terça-feira, 24 de fevereiro de 2015

Crochê em decoração de festas - inspiração



    O crochê é uma arte linda e que está super na moda, ele vem sido cada vez mais usado em decorações de festas.

    O resultado fica lindo! Seguem exemplos da utilização do crochê em casamentos e aniversários para inspiração:

 - Pode ser usado na mesa do bolo

Toalhinhas de crochê fazem toda a diferença


  

Bandeirolas de crochê são um verdadeiro charme! 
 


  Lindo também como topo de bolo

 - Pode ser usado na mesa de convidados 

Crochê doilies e toalhas usadas como centro de mesa
 

 





Sousplat de crochê!? AMO! Eles fazem toda diferença.

 





- Pode ser usado como detalhe na decoração, agregando charme e beleza


Sousplat de crochê junto com louças






Imagens tiradas da internet.

Toalhinha redonda de crochê com gráfico

    Há algum tempo encontrei esse gráfico na net e fiquei namorando ele, doida pra fazer. Fiz e amei o resultado. A toalhinha ficou linda e é super fácil de fazer!

    Fiz com a linha Camila Fashion e usei agulha 1,6mm.



Sousplat de crochê com gráfico - modelo 2

    Mais um Sousplat pronto. Usei fio da marca Supremo (da linha Supremo Esmeralda) cor 62 e agulha 1,75mm.

    Nesse eu também aumentei uma carreira no final em relação ao gráfico para ficar um pouco maior. Ficou com 28cm de diamêtro.

    Encomendas: Ponteando Atelier



segunda-feira, 23 de fevereiro de 2015

Dicas para tirar a fralda do seu filho

    Muitas mamães de primeira viagem se perguntam quando retirar a fralda do pequeno e como fazer isso.

    Geralmente, a partir dos 2 anos de idade a criança começa a se tornar apta a "segurar" o xixi, é quando então deve-se iniciar o processo de retirada da fralda, no qual é preciso ter muita paciência. 
    
    É importante lembrar que cada criança tem o seu desenvolvimento e o seu próprio tempo de amadurecimento, podendo demorar um pouco mais ou até mesmo deixar de usar fralda antes dos 2 anos (conheço uma menininha que com 1 ano de idade já não precisava mais usar fralda).



    Seguem 9 dicas para tornar o processo mais fácil:

1. Adapte-se.

    Providencie o penico ou o adaptador para o vaso sanitário

2. Deixe que o bebê se adapte.

    Pelo menos uma vez ao dia deixe que a criança sente no penico, mesmo de roupas no primeiro dia se ela preferir.

3. Respeite a resistência.

    Se seu filho resistir ao desfraldamento, interrompa o processo e tente novamente após algumas semanas.

4. Explique.

    Depois de reconhecer o terreno a criança precisa de explicações. Diga a ela que o papai e a mamãe fazem isso todo o dia e como vai funcionar daqui pra frente.

5. Para onde vai o cocô?

    Quando seu filho fizer cocô na fralda, ponha o cocô no pinico para mostrar que ali é o lugar certo. Depois jogue no vaso sanitário e dê a ele a chance de apertar a descarga se quiser. Mostre ainda que é preciso vestir a roupa e lavar as mãos.

6. Peça para avisar.

    Peça para seu filho avisar quando precisa ir ao banheiro. Nos primeiros dias, vale deixar que ele circule pelado pela casa com o pinico por perto, lembrando-o de usar de vez em quando.

7. Aposte nos personagens.

    Calcinhas e cuecas coloridas com desenhos de personagens infantis podem estimular o uso e fazer a criança perder o interesse pela fralda.
    Isso ajudou bastante com o meu, quando decidi tirar a fralda dele conversei com ele a respeito e o chamei para comprar as cuequinhas que ele iria passar a usar. Ele ficou super animado e escolheu várias cuecas de super herói, o que o motivava a usá-la
s.

8. Acidentes acontecem.

    No começo é normal que a criança faça xixi nas calças. Mantenha a tranquilidade e explique tudo novamente.

9. Desfraldamento noturno.

    Diminua a quantidade de líquido na alimentação da criança perto da hora de dormir e só retire a fralda noturna quando ela começar a amanhecer seca.
    Uma boa ideia é mostrar para a criança para onde vai o cocô. Quando ele fizer cocô na fralda, leve a fralda suja até o penico e ponha o cocô ali, para mostrar onde é o lugar certo. Depois, esvazie o penico jogando as fezes no vaso sanitário, e dê ao seu filho o privilégio de ajudar a apertar a descarga (só se ele quiser - há crianças que têm medo). Mostre também que depois é preciso vestir a roupa de novo e lavar as mãos. 

Fonte: Clínica Infantil Reibscheid

Sousplat de crochê com gráfico - modelo 1

    Acaba de sair do forno o meu sousplat de crochê, e eu adorei o resultado. Usei fio da marca Supremo (da linha Supremo Esmeralda) cor 09 e agulha 1,75mm. 

    Aumentei uma carreira no final em relação ao gráfico para ficar um pouco maior. Ficou com 30cm de diamêtro.


    Encomendas: Elo7/Ponteando Atelier






quarta-feira, 18 de fevereiro de 2015

Inspiração sousplat de crochê

Já faz um tempo que estou com vontade de fazer uns sousplats de crochê pra enfeitar a mesa aqui em casa, procurei na net e encontrei um gráfico bem bacana que compartilho aqui com vocês e insparações para uso.


Fica muito linda uma mesa assim!

Eu vou fazer os meus bem coloridinhos, amei essa ideia! =)














Fonte das imagens:
http://agulhaspinceisemais.blogspot.com.br/2014/03/sousplat-de-croche.html
http://artedebordar2012.blogspot.com.br/search/label/acessorios%20com%20a%20Receita
http://anazard.blogspot.com.es/search?updated-max=2013-03-22T21%3A14%3A00%2B01%3A00&max-results=7&start=14&by-date=false
http://www.tabletips.com.br/?tag=sousplat&paged=2

quinta-feira, 12 de fevereiro de 2015

Não grite com um filho

Ser mulher nos dias de hoje não é nem um pouco fácil. Temos que ao mesmo tempo ser esposas, profissionais (cheia de cobranças e responsabilidades), dona de casa e mães! As vezes, por descuido, deixamos o estresse do dia a dia interferir na maneira que tratamos as pessoas a quem amamos, como com os nossos filhos.

Encontrei na net um texto muito interessante, de uma escritora americana e mãe, que trata deste assunto. É na verdade um relato que serve como inspiração para nós mamães nos dias corridos de hoje, pois sei que posso dizer, em nome de todas, que filhos são os maiores presentes que recebemos na vida, por isso merecem ser tratados com todo o carinho, independente do estresse e correria do dia a dia. Afinal de contas, quanto mais amor nós damos, mais amor ganhamos.

Segue o texto:

"Guardo com carinho os bilhetes que recebo de minhas filhas, quer sejam rabiscados com canetinha colorida sobre post-it ou escritos com letra perfeita sobre papel pautado. Mas o poema de Dia das Mães que ganhei na primavera passada de minha filha mais velha me causou impacto profundo.
Foi o primeiro verso que me deixou com a respiração presa na garganta, até que lágrimas quentes escorreram por meu rosto.
O importante da minha mãe é... que ela está sempre ao meu lado, mesmo quando me meto em problemas.

Sabe o que é... Nem sempre foi assim.
No meio de minha vida altamente cheia de distrações, iniciei uma nova prática que é completamente diferente de como eu me comportava até então. Virei gritadora. Não era frequente, mas era extremo --como um balão que está cheio demais, estoura de repente e dá um susto em todas as pessoas em volta.
O que havia nas minhas filhas, então com 3 e 6 anos, que me fazia perder a compostura? Era que ela insistia em sair correndo para buscar mais três colares de contas e seus óculos de sol cor-de-rosa favoritos quando já estávamos atrasadas? Que tentava colocar o cereal no prato, sozinha, e derramava a caixa inteira sobre o balcão da cozinha? Foi o fato de ela ter deixado cair no chão e se espatifar meu anjo especial de vidro, depois de eu ter dito para não tocar nele? Foi que ela resistia ao sono a qualquer custo na hora em que eu mais precisava de paz e tranquilidade? Era o fato de as duas brigarem por coisas ridículas, como qual seria a primeira a sair do carro ou quem ficaria com a colherada maior de sorvete?
Sim, eram essas coisas -- probleminhas normais e atitudes infantis típicas que me irritavam ao ponto de me fazer perder o controle.
Não é fácil escrever essa sentença. E não é fácil recordar aquela fase de minha vida, porque, a verdade seja dita, eu me odiava naqueles momentos. O que tinha acontecido comigo que me levava a gritar com as duas pessoinhas preciosas que eu amava mais que a própria vida?
Deixe eu lhe contar o que tinha acontecido comigo.
Minhas distrações.
Uso excessivo do telefone, excesso de compromissos assumidos, múltiplas páginas de listas de tarefas a cumprir, a busca da perfeição, tudo isso me consumia. E gritar com as pessoas que eu amava foi o resultado direto da perda de controle que eu estava sentindo em minha vida.
Inevitavelmente, eu tinha que desabar em algum lugar. Então desabei a portas fechadas, na companhia das pessoas que significavam mais para mim.
Até um dia fatídico.
Minha filha mais velha tinha subido num banquinho e estava tentando alcançar alguma coisa na copa quando acidentalmente derrubou um saco inteiro de arroz no chão. Enquanto uma chuva de um milhão de grãos de arroz se espalhava sobre o chão, os olhos de minha filha se encheram de lágrimas. E foi então que vi -- vi o medo nos olhos dela, enquanto se preparava para ouvir a reação irada de sua mãe.
Ela está com medo de mim, pensei, e foi o insight mais doloroso imaginável. Minha filha de 6 anos de idade está com medo de minha reação ao erro inocente dela.
Com pesar profundo, percebi que não era essa a mãe com quem eu queria que minhas filhas crescessem, e que não era assim que eu queria viver o resto de minha vida.
Algumas semanas depois daquele episódio, tive meu momento de revelação -- meu momento de conscientização dolorosa que me impeliu a empreender uma jornada para me livrar das distrações e agarrar o que importava de fato. Isso aconteceu três anos atrás -- três anos de redução gradual do excesso e das distrações eletrônicas em minha vida. Três anos me libertando do padrão de perfeição inalcançável e da pressão social para "dar conta de tudo". À medida que fui me liberando de minhas distrações internas e externas, a raiva e o estresse acumulados dentro de mim se dissiparam, pouco a pouco. Carregando um peso mais leve, fui capaz de reagir aos equívocos e travessuras de minhas filhas de maneira mais calma, compassiva e razoável.
Eu dizia coisas como: "É apenas uma calda de chocolate, nada mais. Você pode passar um pano, e o balcão ficará novinho em folha."
(Em vez de soltar um suspiro de exasperação, completando com uma revirada de olhos.)
Eu oferecia segurar a vassoura enquanto ela varria um mar de sucrilhos que cobria o chão.
(Em vez de ficar em pé diante dela com um olhar de desaprovação e aborrecimento total.)
Eu a ajudava a pensar onde poderia ter deixado seus óculos.
(Em vez de criticá-la por ser tão irresponsável.)
E nos momentos em que a pura e simples exaustão e os choramingos incessantes estavam prestes a me tirar a calma, eu entrava no banheiro, fechava a porta e me dava um momento para soltar o ar e me lembrar que elas eram crianças, e que crianças cometem erros. Exatamente como eu.
Com o tempo, o medo que antes aparecia nos olhos de minhas filhas quando se metiam em problemas desapareceu. E, graças a Deus, eu virei um refúgio para elas nos momentos de dificuldades, em vez de ser a inimiga de quem precisavam fugir e se esconder.
Não sei se eu teria tido a ideia de escrever sobre esta transformação profunda, não fosse pelo incidente que aconteceu quando eu estava terminando o manuscrito de meu livro. Naquele momento, senti o gostinho da vida me derrubando, e a vontade de berrar estava na ponta de minha língua. Eu estava chegando aos capítulos finais e meu computador travou. De repente, as correções feitas em três capítulos inteiros sumiram diante de meus olhos. Passei vários minutos tentando freneticamente reverter para a versão mais recente do manuscrito. Quando isso não funcionou, consultei o backup Time Machine, mas descobri que também ele tinha apresentado um erro. Quando percebi que eu não recuperaria jamais o trabalho que tinha feito sobre aqueles três capítulos, tive vontade de chorar -- mas, ainda mais que isso, de ficar furiosa.
Mas eu não podia, porque era hora de buscar as meninas na escola e levá-las no treino de natação. Com muito autocontrole, fechei meu laptop calmamente e me fiz lembrar que poderia haver problemas muito, muito piores que reescrever aqueles capítulos. Então disse a mim mesma que não havia absolutamente nada que eu pudesse fazer naquele momento.
Quando minhas filhas entraram no carro, perceberam imediatamente que havia algo de errado. "O que foi, mamãe?" perguntaram em uníssono, depois de um olhar para meu rosto pálido.
Tive vontade de berrar: "Acabei de perder um quarto de meu livro!"
Tive vontade de socar a direção do carro, porque o último lugar onde eu queria estar naquele momento era no carro. Eu queria ir para casa e consertar meu livro, não levar crianças para a natação, torcer maiôs molhados, pentear cabelos emaranhados, fazer o jantar, lavar louça suja e colocar as crianças na cama.
Mas, em vez disso, falei com calma: "Está um pouco difícil para mim falar neste momento. Perdi parte de meu livro. E não quero falar, porque estou muito frustrada."
"A gente sente muito", disse a mais velha, falando pelas duas. E então, como se soubessem que eu precisava de espaço, fizeram silêncio até chegarmos à natação. As meninas e eu fizemos as coisas do nosso dia, e, embora eu tenha ficado mais silenciosa que de costume, não gritei e me esforcei ao máximo para não pensar no problema do livro.
Finalmente, o dia estava quase no fim. Ajeitei as cobertas em volta de minha filha menor e me deitei ao lado da minha filha maior para nossa "hora de bate-papo" de todas as noites.
"Você acha que vai conseguir os capítulos de volta?", minha filha perguntou.
Foi quando comecei a chorar. Não tanto pelos três capítulos, eu sabia que poderiam ser reescritos. Chorei mais pela exaustão e frustração de escrever e editar um livro. Eu tinha estado tão perto do final. Ter aquilo arrancado de mim de repente era incrivelmente decepcionante.
Para minha surpresa, minha filha esticou a mão e fez um carinho suave no meu cabelo. Disse coisas tranquilizadoras, como "computador pode ser tão frustrante!" e "eu poderia dar uma olhada no Time Machine e ver se dou um jeito no backup". E depois, finalmente, "Mamãe, você dá conta disso. Você é a melhor escritora que conheço" e "vou te ajudar de qualquer jeito que eu puder".
Em minha hora de dificuldade, ela estava ali, paciente, compassiva, me encorajando, alguém que não sonharia em me chutar quando eu já estava no chão.
Minha filha não teria aprendido essa reação de empatia se eu tivesse continuado a ser gritadora. Porque gritar fecha a comunicação, corta o laço. Leva as pessoas a se distanciarem, em vez de se aproximarem.
O importante é que ... Minha mãe está sempre ao meu lado, mesmo quando me meto em problemas.
Minha filha escreveu isso sobre mim, a mulher que passou por uma fase difícil, da qual ela não se orgulha, mas com a qual aprendeu. E, nas palavras de minha filha, enxergo esperança para outros.
O importante é... Que não é tarde para deixar de gritar.
O importante é ... Que as crianças perdoam -- especialmente se vêem a pessoa que amam se esforçando para mudar.
O importante é... Que a vida é curta demais para perdermos a calma por causa de cereal derrubado ou sapatos que você não sabe onde deixou.
O importante é... Não importa o que tenha acontecido ontem, hoje é um novo dia.
Hoje podemos optar por uma reação pacífica.
E, fazendo isso, podemos ensinar a nossos filhos que a paz constrói pontes --pontes que podem nos levar até o outro lado em momentos de dificuldade."
Fonte: http://www.huffingtonpost.com/rachel-macy-stafford/gritar-com-filhos_b_5287785.html